No Mundial de 2026 já houve golos, polémicas, um pato a apoiar o México, danças e até intervenções políticas. Mas poucos esperavam que um dos protagonistas do torneio fosse um gato. Chama-se Maximus, vive na residência oficial do primeiro-ministro belga, Bart De Wever, e voltou a conquistar a internet depois de a Bélgica derrotar os Estados Unidos por 4-1 nos oitavos de final do Mundial.
Poucas horas após o apito final, a conta oficial de Maximus no Instagram publicou uma fotografia em que o felino aparece tranquilamente deitado sobre um peluche de Donald Trump. A legenda era curta, mas suficiente para incendiar as redes sociais: "J’ai vraiment bien dormi cette nuit. Et toi?" ("Dormi lindamente esta noite. E tu?").
A publicação surgiu na sequência da polémica em torno da participação do avançado norte-americano Folarin Balogun. Antes do encontro, Donald Trump tinha apelado à FIFA para rever a suspensão do jogador, que acabou por ser autorizado a jogar, uma decisão que gerou críticas e alimentou a rivalidade entre adeptos belgas e norte-americanos. Apesar da controvérsia, a Bélgica venceu de forma convincente e garantiu um lugar nos quartos de final. O gato já tinha também brincado com toda a polémica em torno do cartão vermelho de Balogun, mostrando que também ele está a acompanhar a competição.
A publicação foi rapidamente partilhada por milhares de utilizadores e somou uma avalanche de comentários divertidos. Muitos garantiram que "o gato ganhou a internet", enquanto outros brincaram dizendo que "Maximus devia ser promovido a ministro das redes sociais".
Mas quem pensa que Maximus apareceu agora está enganado. O gato já é uma pequena celebridade na Bélgica há vários anos. Com mais de 230 mil seguidores no Instagram, publica regularmente fotografias e comentários satíricos sobre a atualidade política do país, reuniões do governo, debates parlamentares e acontecimentos internacionais, sempre escritos como se fosse o próprio felino a comentar o mundo à sua volta.